Geração tecnológica

Junte-se a ela e faça suas aulas ainda mais interessantes para os pequenos

Da Redação | Fotos: Du Fernandes | Adaptação web Caroline Svitras

Segundo Denise Tinoco, especialista em Educação Infantil e Psicopedagogia, hoje já está comprovado que não existe uma idade determinada para o início da exploração das novas tecnologias na educação. Em nossa sociedade, crianças pequenas têm contato com a tecnologia, sendo comum ouvirmos frases como: “As crianças de hoje já nasceram ‘plugadas’ no universo digital.” Decodificando tal ideia, percebe-se que estas crianças, desde muito novinhas, têm acesso a televisões, controles remotos, computadores, tablets, celulares e o seu manuseio já foi incorporado à rotina.

 

Para a especialista o que deve ficar claro para pais, professores e pedagogos, que atuam nesta etapa da educação básica é que toda experimentação e manipulação devem ser acompanhadas, monitoradas e com tempos determinados por adultos. Ela comenta também que na escola de educação infantil, o uso das diferentes tecnologias precisa ser planejado, por meio de metodologias que favoreçam diferentes mediações com as crianças. “Com os bebês e crianças bem pequenas e exploração dos objetos tecnológicos são atividades importantes, porém devem acontecer de forma prática, sistemática e, em pequenas doses. Depois do aparecimento do ‘jogo simbólico’ as interações podem ficar mais intensas e divertidas. Mas, é importante frisar que a criança precisa brincar, se movimentar e interagir com outras crianças, então, é preciso ofertar atividades que favoreçam o desenvolvimento de aspectos psicomotores, afetivos e sociais dos pequenos”, diz ela.

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Adaptado do texto “Geração tecnológica”