Contando histórias com fantoches

Utilize o recurso dos fantoches para entreter e ensinar os seus alunos

Da Redação | Fotos iStock / Arquivo pessoal | Adaptação web Isis Fonseca

Contando histórias

A arte de contar histórias com bonecos é muito antiga. O fantoche, por exemplo, em tempos remotos, era ligado aos primitivos cultos animistas, os quais consideravam que tudo no universo é portador de alma e, por extensão, de sentimentos, desejos e até mesmo de inteligência. Assim, determinados objetos eram considerados sagrados, entre eles as máscaras e os fantoches.

Hoje, ele é usado por muitos artistas como forma de encenação teatral e como uma nova ferramenta na contação de histórias. E como os professores podem trabalhar essa rica ferramenta com seus alunos? A atriz contadora de histórias, pedagoga e profissional da CIA Arte & Palco, Maria Danielle, propõe duas atividades interessantes para trabalhar com as crianças, não só as tornando espectadoras, mas fazendo com que elas deem vida a personagens e histórias.

Construindo dedoches

Teatro com fantoches

Segundo Maria Danielle, para crianças maiores, os fantoches podem conter articulações simples (boca, ou membros, por exemplo). A sincronia torna-se exercício de desafio para os manipuladores, sua voz sairá apenas quando o boneco abrir a boca e não o inverso, cria-se um despertencimento de si, a criança exercita sua consciência corporal, precisa ter concentração, paciência e sincronia de grupo.

Na Revista Guia Prático do Professor – Educação Infantil Ed. 162 a atriz ensina como fazer um fantoche e sugere uma história para trabalhar com os pequenos, garanta já a sua!