Como lidar com as brigas em sala de aula

Proponha atividades que trabalhem a importância da afetividade no contexto da aprendizagem da educação infantil, de modo que a socialização seja algo natural

Da Redação | Foto: Du Fernandes | Adaptação web Caroline Svitras

Qual professor nunca ouviu a frase “Tio(a), ele(a) não quer ser meu(minha) amigo(a)”? Mas o que fazer para evitar esse tipo de reclamação? Segundo a professora, pedagoga e especialista em Educação Infantil e Psicopedagogia, Denise Tinoco, essa é uma frase repleta de sentimentos e com frequência ecoa nas diferentes salas de aula, onde transitam crianças de três, quatro e cinco anos da primeira etapa da educação básica (Educação Infantil).

 

Ela diz que se trata de uma angústia tão grande para alguns coraçõezinhos, que até pode impedir as valiosas interações cognitivas. “Isso leva à reflexão sobre como a afetividade é capaz de influenciar na questão da aprendizagem da criança pequena”, diz ela.

 

Denise conta que não é fácil administrar os atritos no dia a dia da sala de aula da educação infantil. Preferências, implicâncias, empurrões, brigas, birras, mordidas reforçam tal tese. Mas em meio a este rebuliço emocional, uma certeza: necessidade de intervenção. Por isso, ela dá algumas dicas de atividades que visam o desenvolvimento da afetividade entre os pequenos:

 

Revista Guia Prático do Professor – Educação Infantil Ed. 142